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Capitão Erigar Ally D’poll.JPG

Erigar Ally D'poll

Ficha Técnica:

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Planeta natal: Comunidade de Kantaryo
Local de nascimento: Catta
Raça: corvinus
Idade ao falecer: 62 anos
Profissão: Capitão
Reação: -1
Data do falecimento: Ano 105 da UPC
Filiação: Escola Militar de Ações de Combate em Solo de Kantaryo.
Relações:

  • Cinlous D'poll (pai)

  • Denila Ally (mãe)

  • Omer Ally D'poll (irmão)

  • Fanu Galvan (esposa)

  • Anterius (filho)

  • Feli (filha)

  • Kenmius (filho)

  • Selmir (filho)

  • Assila (filha)

  • Keny (filha)

  • Cinlous (filho)

  • Pollun (sobrinho)

Jogador: Djalma Araújo

O servidor do Estado

Erigar Ally D’poll integrou as forças armadas de Kantaryo e construiu carreira dentro da estrutura militar regular do governo planetário, exercendo funções operacionais e de comando até alcançar o posto de capitão. Sua trajetória é associada a missões de reconhecimento e contenção em regiões remotas do território kantaryano, com especial atuação no entorno do Deserto Escuro, área historicamente marcada por relatos anômalos e movimentações classificadas.

Durante esse período, consolidou reputação de oficial experiente, sendo convocado repetidas vezes para operações consideradas sensíveis pelo alto comando. Os registros não indicam feitos públicos ou condecorações formais, mas sua presença constante em missões estratégicas demonstra vínculo direto com decisões de segurança nacional.

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A missão no Deserto Escuro

Em determinada operação, comerciantes e viajantes reportaram avistamentos de objetos voadores não identificados sobre o Deserto Escuro. O governo enviou destacamentos militares para averiguação, e Erigar seguiu com seu pelotão para investigar a área.

Nenhum veículo aéreo foi encontrado. Entretanto, um objeto de origem não identificada foi localizado parcialmente soterrado entre as dunas. O artefato apresentava brilho incomum e características que motivaram comunicação imediata aos superiores.

Três meses após o registro da ocorrência, Erigar foi retirado da missão e transferido para funções burocráticas em Habanas. A redistribuição ocorreu sem justificativa pública. O evento foi tratado como assunto sigiloso.

Ele mudou-se acompanhado da esposa Feru, enquanto os filhos permaneceram na cidade natal.

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O primeiro contato

Posteriormente, uma nave alienígena avariada surgiu sobre a cidade de Mithyr, visível a toda a população. O episódio marcou o primeiro contato público de Kantaryo com civilizações extraterrestres.

Erigar acompanhou o ocorrido pela televisão e foi convocado imediatamente à sede do exército em razão de sua experiência anterior com eventos anômalos no deserto. As forças armadas mobilizaram caças sob comando de Argos D’Fontelle e Kanna Reen para reconhecimento da nave.

Os relatórios técnicos registraram inscrições desconhecidas no casco, rupturas estruturais extensas, escudos energéticos ativos nos pontos abertos, ausência de armamentos visíveis e dimensões aproximadas de trezentos metros de comprimento.

Enquanto o governo tentava estabelecer comunicação, equipes médicas e científicas organizaram entrada controlada na embarcação, identificada como UPC Horizonte, onde sobreviventes estrangeiros necessitavam de atendimento urgente. O grupo comandando por ele era composto pela Dra. Yula Traubout, a medica Dra. Asuma Traubout, o jovem Zixpence Page-Teylor, o jornalista/historiador Augustus Tsokoulos e o investigador governamental da inteligencia Passa Reen.

Erigar permaneceu vinculado às ações militares decorrentes do incidente.

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A morte no norte

Durante a escalada de operações ligadas ao Deserto Escuro, Erigar recebeu a notícia da morte de um sobrinho, jovem oficial destacado para missão de reconhecimento na região de Tigur. O corpo foi entregue em caixão lacrado, sem explicações adicionais.

O laudo oficial, assinado pelo médico militar Peris Kron, classificou a causa como morte por queimaduras. Posteriormente, em encontro secreto com Erigar, o médico informou que o relatório havia sido adulterado. Segundo ele, o jovem apresentava corte cauterizado no pescoço e sinais de exposição a substância química desconhecida após o óbito. O conteúdo fora removido do documento por pressão superior.

Peris Kron declarou ter sido ameaçado. Desapareceu pouco depois do encontro.

Informações posteriores indicaram que a equipe do sobrinho havia enfrentado tecnologia muito superior no mesmo deserto onde, mais tarde, confirmou-se a queda de uma segunda nave alienígena, como Andariel o sobrevivente da UPC Horizonte havia relatado. O caso ficou sob responsabilidade das Empresas D’Atoxx. Enquanto isso o ambiente politico no planeta efevercia com os ataques da deputada líder da oposição Trochilidae Orseau.

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Afastamento e suspeitas

Com a substituição do general Alabyval por Zuro Vardi, Erigar perdeu atribuições relacionadas a investigações extraterrestres e foi enviado para base distante na Região Autônoma de Tunis. A remoção ocorreu enquanto ataques terroristas e conflitos políticos se intensificavam no planeta.

Nesse período, a figura de Andariel, alienígena alado sobrevivente da UPC Horizonte, passou a atuar publicamente, utilizando poderes goodlesianos no combate a criminosos. A instabilidade política cresceu, e a organização conhecida como Pena Branca ampliou ações violentas.

Paralelamente, a nave alienígena e seus tripulantes foram retirados de circulação pelo governo, transferidos para instalações secretas e submetidos a experimentos. A embarcação foi desmontada.

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A conspiração

Erigar reuniu informações que associavam três elementos: o artefato encontrado no deserto, a queda da segunda nave e o financiamento clandestino da Pena Branca. Todos apontavam para o nome de Carly D’Atoxx, empresário ligado às Empresas D’Atoxx, agindo em conjunto com Lanos Larita Lavolk, sobrevivente extraterrestre e um criminoso de guerra procurado por Andariel.

Ao aprofundar a investigação, tornou-se alvo direto.

Agentes ligados à Pena Branca foram enviados para silenciá-lo. Durante a tentativa de captura, seu filho Anterius colocou-se à frente do pai. Ambos foram mortos na mesma ação.

Erigar foi eliminado por possuir conhecimento considerado sensível sobre a ligação entre governo, corporações e presença alienígena.

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Memória residual

Após sua morte, a família foi desestruturada. Fanu ingressou na Sociedade dos Grilhões e assumiu posição de liderança na resistência contra o regime. O nome de Erigar passou a ser citado entre os mortos ligados às primeiras investigações sobre contato extraterrestre em Kantaryo.

Seus registros oficiais permanecem fragmentários.

Nenhuma condecoração pública foi emitida.

Nenhuma investigação foi reaberta.

Seu envolvimento sobrevive apenas em arquivos militares dispersos e na memória dos que permaneceram.

Linha do Tempo

Ano 157 KC — Nasce Erigar Ally D’poll em Kantaryo, descendente direto da linhagem histórica D’poll.

Ano 174 KC — Erigar ingressa na EMACT para formação militar superior; destaca-se por liderança tática e coesão de grupo.

Ano 178 KC — Conhece Feru Gavan, estudante de medicina; iniciam relacionamento.

Ano 179 KC — Forma-se na EMACT, casa-se com Feru e ingressa oficialmente nas forças armadas sob o comando do General Alabyval Ginise.

Ano 182 KC — Participa da Missão do K’rar, conduzindo contenção não letal da fauna hostil; sofre ferimentos graves; recebe promoção a Capitão.

Ano 196 KC — Atua como instrutor-chefe da EMACT; nascem seus filhos; consolida reputação de oficial disciplinado e protetor de civis.

Ano 200 KC — Torna-se 300º Patriarca da família D’poll.

Ano 210 KC — Relatos de avistamentos aéreos anômalos surgem no Deserto Escuro; Erigar é designado para missão de reconhecimento. Pelotão localiza artefato luminoso parcialmente soterrado no deserto; informações são classificadas; Erigar é removido da operação e transferido para funções burocráticas em Habanas; governo inicia abafamento do incidente.

Ano 102 da UPC — Nave alienígena avariada (UPC Horizonte) surge em chamas sobre a cidade de Mithyr, marcando o primeiro contato público de Kantaryo com tecnologia extraterrestre. Presidente Pavyo Urton mobiliza forças armadas; reconhecimento aéreo conduzido por Argos D’Fontelle e Kanna Reen identifica casco com inscrições desconhecidas, escudos energéticos ativos, ruptura estrutural extensa e ausência de armamento visível. Dra. Asuma Traubout e Dr. Sakki Klack lideram equipe médica de entrada; sobreviventes alienígenas são encontrados em estado crítico, o Sargento Andariel é o único consciente. Hacker Zixpence Page-Teylor é recrutado para acesso aos sistemas da nave; jovem Oliver Traubout auxilia na tradução das inscrições (“UPC Horizonte”). Erigar acompanha os eventos pela transmissão pública e é convocado novamente ao comando militar devido à experiência prévia com o Deserto Escuro.

Ano 103 da UPC — Tripulação sobrevivente da UPC Horizonte é removida de centros médicos e colocada sob custódia secreta; a nave é rebocada durante a noite e desmontada em instalações estatais. Passa Reen e Erigar conversam sobre uma possivel conspiração que se propaga pelo governo. Anterius D’poll assume como 301º Patriarca; enfrenta discriminação na escola de magia por ser curvina; aproxima-se secretamente da organização Pena Branca. Missão terrestre em Tigur resulta na morte do sobrinho de Erigar; corpo é entregue lacrado; laudo oficial indica queimaduras. Dr. Peris Kron informa a Erigar que o laudo foi forjado; identifica corte cauterizado no pescoço e uso de agente químico desconhecido; relata ameaças e desaparece pouco depois.

Ano 104 da UPC — Erigar descobre sobre a segunda nave que caiu no planeta, como Andariel havia falado.

Ano 104 da UPC — General Alabyval é substituído por Zuro Vardi; Erigar é afastado de qualquer investigação relacionada a alienígenas ou ao deserto e transferido para base remota na Região Autônoma de Tunis.

Ano 105 da UPC — Andariel atua publicamente usando poderes goodlesianos no combate ao crime; passa de símbolo de proteção a figura temida pela população. Ataques terroristas aumentam; Pena Branca ganha força entre minorias descontentes. Erigar descobre que Carly D’Atoxx financia secretamente a Pena Branca, sob influência direta de Lanos Larita Lavolk, sobrevivente alienígena do Deserto Escuro. Parlamento é explodido; vídeos manipulados atribuem o ataque a Andariel; instabilidade política generaliza-se. Erigar cruza dados do artefato do deserto, das naves alienígenas, das D’Atoxx e da Pena Branca, estabelecendo ligação direta de importantes nomes das minorias ligadas a Pena Branca. Agentes ligados à Pena Branca e às D’Atoxx invadem a residência da família D’poll para silenciá-lo.

Anterius interpõe-se para proteger o pai; ambos são mortos durante a operação. Fanu é resgatada por Argos D’Fontelle; família D’poll perde seus dois patriarcas consecutivos.

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