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Yula Traubout
Ficha Técnica:
Planeta natal: Comunidade de Kantaryo
Local de nascimento: Euporia.
Raça: kantaryana
Idade ao falecer: 112 anos
Profissão: cientista do SETI; oficial da Força Aérea; pesquisadora
Reação: -1
Data do falecimento: Ano 180 da UPC
Organização fundada: Sociedade dos Grilhões
Filiação: SETI; CFO / Força Aérea de Kantaryo; Sociedade dos Grilhões.
Relações:
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Roguerb Traubout - Pai
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Yelena Traubout - Mãe
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Asuma Traubout - Prima
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Trochilidae Oiseau - Esposa
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Augustus Tsokoulos - Ex-companheiro
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Allin - Filha
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Ebor - Filho
Jogador: Mineia Gomes
A Herdeira do Arquivo
Yula Traubout nasceu no milionésimo nonagésimo terceiro círculo solar da Era Primeva, em Kantaryo, como integrante das tribos Owlins e quinquagésima descendente direta de Eidan Traubout, fundador do clã Traubout e mantenedor de uma linhagem documentada por mais de mil e quinhentos anos. Sua infância transcorreu no Arquivo de Ninho, centro político e cultural da família, onde eram preservados registros genealógicos, compêndios arcanos, tratados médicos, projetos mecânicos e crônicas militares. A formação owlin priorizava estudo, memória histórica e planejamento estratégico, alinhada às diretrizes da Liga das Nações fundada por Armor Trindad e ao Code kantaryano. A linhagem reunia antepassados responsáveis por sistematizar a magia, fundar a Escola de Magia Brunaldi, impulsionar a mecanização de Mektron, unificar tribos e atuar como magos militares e médicos, incluindo três gerações consecutivas de talentos excepcionais em sua própria família. Casamentos e funções eram definidos por critérios genéticos e arcanos, e seu futuro era tratado como responsabilidade coletiva do clã. Ainda na infância manifestou aptidão mágica ao levitar objetos durante um exercício de luz, episódio registrado como confirmação de potencial. Cresceu também em meio às transformações de Kantaryo, com a consolidação da Liga das Nações e as primeiras missões tripuladas a Dri e ao planeta morto Palaio.
A Cunha que Rompeu o Ninho
Durante a formação inicial entre os Owlins, Yula Traubout teve como Akanja sua tia materna, Leodora Traubat, maga elemental dedicada à história profunda de Kantaryo e à arqueologia de civilizações anteriores à Liga das Nações, atuação considerada marginal dentro do pragmatismo político do clã. Em vez da educação restrita ao Arquivo de Ninho, acompanhou Leodora em expedições de campo, aprendendo escavação, leitura geológica, análise de artefatos e interpretação histórica prática, método que a afastou da formação arcana tradicional valorizada pelos Traubout. Com o tempo, demonstrou desinteresse por distinções mágicas, carreiras militares ou médicas, sendo vista com reserva pelo pai e pelos demais parentes. Na cerimônia da Cunha de Ninho, declarou publicamente a escolha por geografia, cartografia e investigação científica do sistema planetário de Kantaryo, decisão recebida em silêncio pelo clã por romper a expectativa de continuidade mágica da linhagem. Foi então admitida no IJCT para cursar planetologia, onde passou a estudar clima, relevo, órbitas e exploração extraplanetária sob orientação do astrofísico Fratir Zaguere, que incentivou seu interesse por Dri, Palaio e pesquisas além do planeta natal. Seus pais, Yelena e Roguerb Traubout, mantiveram postura formal e distante diante da escolha, atribuindo a influência de Leodora à mudança de trajetória. Apesar da nova direção acadêmica, permaneceu submetida às obrigações genealógicas do clã, sendo posteriormente convocada a cumprir o ritual de casamento como parte da preservação da linhagem.
Liberdade Provisória
Com três ciclos restantes antes do ritual de casamento, Yula Traubout iniciou a vida universitária no IJCT, afastando-se fisicamente do Arquivo de Ninho e experimentando pela primeira vez anonimato social em um ambiente indiferente à linhagem Traubout. Instalou-se nos alojamentos estudantis e integrou a fraternidade Alpha Gama, convivendo com estudantes de diversas regiões de Kantaryo e participando ativamente da vida cultural e acadêmica do campus. Paralelamente aos estudos de planetologia, realizou expedições de campo em geografia, cartografia e análise climática, produzindo relatórios sobre correlações magnéticas e formações montanhosas que ganharam reconhecimento interno. Aderiu à filosofia naturena, associada à influência de sua Akanja Leodora Traubout, adotando princípios de equilíbrio ecológico e aprendizado direto com o ambiente. Durante o período recebeu comunicações formais de noivados arranjados pelo clã: o primeiro foi desfeito por incompatibilidade intelectual, o segundo vetado por Leodora, e o terceiro, com o major condecorado Eithan, encerrado por decisão mútua. Foi então convidada pela força aérea kantaryana para atuar como consultora júnior em análise planetária, ingresso que passou a contar como serviço público obrigatório e restaurou parte do prestígio familiar. Ao término da Cunha de Ninho, transferiu-se dos alojamentos estudantis para instalações militares e foi progressivamente alocada no SETI, setor sigiloso dedicado ao monitoramento de sinais e atividades extraterrestres, consolidando sua atuação científica voltada à exploração além de Kantaryo.
A Escolha
Na quarta tentativa de noivado, durante uma gala em Habanas, Yula Traubout foi apresentada ao parente Shephir Traubout, chefe de gabinete do presidente da Liga das Nações, união planejada como aliança política do clã. Em vez de aceitar o arranjo, declarou publicamente a corte à diplomata Trochilidae Oiseau, conhecida do período universitário, decisão protegida pelo Code e legalmente incontestável, mas que provocou forte distanciamento familiar. Casaram-se segundo os ritos do naturena e das tradições de Trochilidae, estabelecendo residência nos arredores de Habanas e passando a acolher ovos e filhotes órfãos sob cuidado direto do casal. Para garantir autonomia institucional diante das pressões genealógicas, Yula ingressou no CFO, concluiu a formação de oficiais, avançou no doutorado e assumiu o posto de Segundo-Tenente e suboficial de Pesquisa Aeroespacial, enquanto Trochilidae passou a administrar um orfanato e atuar em missões diplomáticas. A união marcou a primeira decisão pessoal tomada à revelia da estratégia política do clã Traubout. Sua prima Asuma Traubout foi uma das únicas a apoiar a comunhão.
O Mundo Depois do Céu
Atuando no SETI, Yula Traubout acompanhou o contato com uma nave extraterrestre sobre Mithyr, evento que não gerou hostilidade imediata, mas desestabilizou profundamente a política, a religião e a coesão social de Kantaryo, provocando disputas entre militares, acadêmicos, corporações e facções ideológicas dentro da Liga das Nações. Enquanto ela analisava dados biológicos e energéticos da nave ao lado de companheiros como Asuma, Dr. Sakki, o excêntrico Augustus Tsokoulos, Capitão Erigar Ally D'poll, Comandante Argos D'Fontelle e novos como o jovem hacker Zixpence Page-Tylor e o investigador Passa Reen. Já Trochilidae Oiseau passou a mediar crises diplomáticas crescentes, agravadas pela retomada de ações terroristas da organização Pena Branca contra instituições ligadas à pesquisa alienígena. Nesse contexto, Yula recebeu o presidente Urton e seus dois filhos nas instalações científicas; minutos após a visita, o veículo oficial foi destruído por um atentado reivindicado pela Pena Branca, resultando na morte dos três. Pouco depois, o analista Zixpence Page-Teylor, que identificara movimentações digitais do grupo, tornou-se suspeito interno, e Yula violou ordens diretas ao ajudá-lo a fugir diante do risco de condenação política. Em seguida, o rancho onde vivia com Trochilidae foi invadido, e Oliver, criança sob seus cuidados que decifrara inscrições da nave relacionadas ao nome UPC Horizonte, foi sequestrado, indício de envolvimento estatal. Com a morte de Urton, o vice-presidente Berin Chille assumiu, dissolveu o congresso e decretou estado de exceção. Paralelamente, Andariel, o sobrevivente alienígena, passou a eliminar membros da Pena Branca de forma autônoma, ampliando a instabilidade. Yula passou então a lidar não apenas com o contato extraterrestre, mas com a fragmentação política e institucional do próprio planeta.
Várias Ruinas
Após o atentado contra Urton e o estado de exceção, a vida doméstica de Trochilidae se fragmenta, e o casamento se desgasta sob o peso do trabalho, do desaparecimento de Oliver e das ações autônomas de Andariel, que passa a caçar membros da Pena Branca, inclusive Zixpence Page-Teylor.
Buscando distância, ela aceita uma missão arqueológica em Corvinus pela D'Atoxx Industrias, ao lado de Augustus Tsokoulos, onde descobrem ruínas e um arco metálico extraplanetário que funciona como portal interestelar.
O projeto revela crimes: o corpo de Crave é desmontado como matéria-prima e Sakki Klack mantido em cativeiro, expondo a empresa como exploração biológica, não pesquisa.
Ela rouba os dados e os envia a Zix, ligando a operação a outra nave no Deserto Escuro, a Lanos Larita Lavolk e à direção de Carly D'Atoxx, enquanto uma nave desconhecida remove o portal como equipamento próprio.
Com as comunicações cortadas e a crise política escalando, Andariel usa a própria energia para abrir um portal até a sede da corporação, arrastando o grupo para uma ofensiva improvisada cujo desfecho é incerto.
O ponto sem retorno
A degradação de Andariel torna-se progressiva: o antigo diplomata abandona a mediação e passa a defender punição e eliminação de ameaças, consumido pela perda da UPC Horizonte e pela manipulação política em Kantaryo. O grupo é rotulado como célula insurgente, perde autorizações e passa a ser monitorado pelo próprio governo, agora tratado como inimigo interno. Ao lado de Augustus Tsokoulos, Zixpence Page-Teylor, Argos D'Fontelle, Feru Galvan (esposa do falecido Erigar Ally D'poll), Kanna e Passa Reen; Yula consolida uma resistência formada por perdas pessoais e descrença institucional. A morte não esclarecida de Erigar Ally D’poll confirma que opositores estão sendo executados, encerrando qualquer ilusão de legalidade. Para impedir a ascensão da D’Atoxx Indústrias, invadem sua sede, centro operacional da Pena Branca, liderada por Carly D'Atoxx. Na sala de reuniões, encontram Trochilidae Orseau negociando voluntariamente com a corporação, acreditando reformar o sistema por dentro, rompendo a confiança entre as duas. Além de Asuma Traubout e Oliver. Carly oferece cargos e poder político ao grupo, apresentando autoritarismo como solução técnica e estável. Durante o confronto, Lanos Larita Lavolk intervém e Andariel é morto, encerrando sua cruzada de vingança. O golpe é executado mentalmente por Oliver, revelando capacidades alienígenas muito além dos padrões kantaryanos. Autorizados a sair vivos, os sobreviventes recuam e estruturam uma resistência clandestina, momento em que a narradora abandona a neutralidade científica e assume definitivamente o papel de registrar e combater a verdade do conflito.
Exílio entre estrelas
Onze anos após o estado de exceção, Kantaryo consolida-se como regime autoritário sob a Sociedade dos Grilhões, com congresso fechado, eleições suspensas e governo centralizado por Carly D'Atoxx, enquanto a resistência sobrevive em esconderijos e redes clandestinas. Informações indicam que Lanos Larita Lavolk reconstrói uma nave colossal a partir de destroços alienígenas e treina Oliver como ativo militar, transformando o conflito em preparação aberta para guerra. A base insurgente é localizada e o grupo capturado sem confronto direto, sendo levado para a fortaleza interestelar Imperial Vingança, destinada a julgamentos e execuções públicas. Durante a operação, Oliver volta-se contra Lanos, desencadeando caos interno que permite fuga, resgate de prisioneiros e evacuação emergencial. O grupo é extraído para a UPC Zahl-Vazir, que destrói a nave inimiga, e, sem governo ou território seguro, solicitam asilo político e deixam Kantaryo para trás, iniciando um exílio definitivo entre as estrelas.
Yula solicita asilo à União dos Planetas Confederados e é levada para Vandar, em Antares, onde recebe a decisão oficial de isolamento total de Kantaryo, sem qualquer intervenção militar. Ao lado de Augustus Tsokoulos e de outros mantém a Sociedade dos Grilhões como movimento político, produzindo dossiês, denúncias e registros históricos para preservar a memória do planeta; juntos tem Allin e Ebor. Mais tarde fixa-se em Flantar com a comunidade fundada por Passa Reen e Kanna Reen, atuando como conselheira e guardiã cultural de refugiados. Após a morte de Augustus, dedica-se integralmente à comunidade, tornando-se a kantaryana mais velha viva e referência histórica do seu povo. Morre aos cento e doze anos, cercada pela família adotiva, enquanto Argos D’Fontelle parte rumo a Kantaryo e nunca mais retorna.
Linha do Tempo
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Ano 180 KC — No milionésimo nonagésimo terceiro círculo solar da Era Primeva, Yula Traubout nasce em Kantaryo como quinquagésima cria direta de Eidan Traubout, fundador do clã Traubout e primeiro entre as tribos Owlin a sustentar uma linhagem contínua por mais de mil e quinhentos anos. Cresce sob o peso simbólico de uma família aristocrática associada a grandes marcos históricos do planeta — magia sistematizada, engenharia mecânica, unificação tribal, medicina arcana e tradição militar —, sendo educada desde cedo para manter a excelência do nome Traubat e preparada para casamentos endogâmicos arranjados. Sua Akanja torna-se Leodora Traubat, tia materna, maga elemental e pesquisadora de história e arqueologia. Em vez de educação tradicional aristocrática, Yula acompanha expedições de campo, escavações e estudos geográficos, desenvolvendo mentalidade científica e curiosidade exploratória. O comportamento pouco ortodoxo de Leodora provoca tensão com a estrutura familiar, e Yula passa a ser vista pelo pai como alguém que dificilmente sustentará o legado mágico do clã.
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Ano 192 KC — Ingressa no IJCT para estudar planetologia. Conhece o astrofísico Fratir Zaguere, que se torna mentor. Vive três anos de relativa liberdade nas cidades universitárias, integra a fraternidade Alpha Gama, experimenta vivências sociais intensas, define-se religiosamente pelo naturena e consolida a escolha pela ciência em vez da magia. Recusa dois noivados arranjados com base em incompatibilidade intelectual e espiritual.
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Ano 196 KC — Recebe convite da força aérea para atuar como consultora júnior, iniciando carreira pública que cumpre o serviço governamental obrigatório. Começa a trabalhar com o sistema SETI de monitoramento de atividades extraterrestres, sob sigilo. Durante gala da alta sociedade, rejeita formalmente o pretendente Shephir Traubout e oferece corte publicamente a Trochilidae Orseau. O gesto provoca escândalo político e afastamento progressivo da família. Após um ano, as duas se casam seguindo ritos de ambas as religiões.
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Ano 205 KC — Conclui CFO, assume posto de Segundo-Tenente da Força Aérea e suboficial de Pesquisa Aeroespacial. Estabelece vida doméstica com Trochi em Habanas, auxiliando no orfanato e acolhendo ovos e filhotes abandonados.
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Ano 102 da UPC — Durante o Evento de Mithyr, quando uma nave alienígena severamente danificada surge nos céus da capital, é convocada pelo governo como chefe da equipe de pesquisa. Yula lidera a equipe científica que entra na estrutura, acompanhada de sua prima médica Asuma Traubout. Encontram sobreviventes alienígenas, incluindo Andariel. O contato público desencadeia instabilidade política planetária. Kantaryo entra em combustão institucional. A organização Pena Branca explora o caos.
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Ano 103 da UPC — O presidente Urton aproxima-se pessoalmente de Yula e solicita que apresente a nave aos filhos, aspirantes a cientistas; horas após o encontro, o veículo presidencial explode em atentado reivindicado pela Pena Branca, marcando o início do estado de exceção; o vice-presidente Berin Chille dissolve o congresso, militariza o governo e inicia perseguições internas. O presidente Urton é assassinado em atentado com símbolo da pena branca. O vice-presidente Berin Chille dissolve o congresso e decreta estado de exceção. Zixpence Page-Teylor, jovem hacker, é acusado injustamente de terrorismo. Yula o ajuda a fugir, iniciando sua ruptura prática com o governo. O rancho é invadido e Oliver, filho prodígio de Asuma — responsável por decifrar as inscrições “UPC Horizonte” na nave — é sequestrado. Yula conclui que o próprio governo está envolvido. Andariel inicia perseguição violenta à Pena Branca
, tornando-se justiceiro autônomo. -
104 da UPC — O hacker Zixpence Page-Teylor é acusado de terrorismo preventivo devido a alertas sobre a Pena Branca; Yula recusa a narrativa oficial e auxilia sua fuga.
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Ano 105 da UPC — A deterioração psicológica de Andariel torna-se evidente, com o alienígena abandonando postura diplomática e assumindo conduta vingativa; tensões domésticas crescem entre Yula e Trochi, ambas sobrecarregadas por segredos de Estado e escolhas morais inconciliáveis.
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Ano 107 da UPC — Aceita proposta da D'Atoxx Industrias para liderar escavação arqueológica em Corvinus ao lado de Augustus Tsokoulos, afastando-se temporariamente do casamento; descobre portal metálico de origem extraplanetária com inscrições equivalentes a coordenadas estelares, evidências de experimentos ilegais com alienígenas e envolvimento direto de Carly D’Atoxx com a Pena Branca.
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Ano 108 da UPC — Durante confronto no complexo da D’Atoxx, presencia ruptura definitiva com Trochi, que aceita integrar o novo governo autoritário acreditando reformá-lo por dentro; Andariel é morto; Yula opta pela retirada estratégica e passa a integrar formalmente a resistência conhecida como Sociedade dos Grilhões.
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Anos 109–120 da UPC — Atua como coordenadora analítica da insurgência, organizando inteligência, logística e documentação histórica do regime; a ditadura de Carly consolida-se enquanto Lanos reconstrói sua nave e treina Oliver como arma psíquica.
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Ano 125 da UPC — Base rebelde é localizada e o grupo capturado; transportados para a nave Imperial Vingança para execução pública, são salvos por rebelião inesperada liderada por Oliver e por intervenção da UPC Zahl-Vazir; Lanos é morto, a nave cai no oceano e o regime colapsa.
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Ano 125 da UPC — Solicita asilo político à União dos Planetas Confederados e parte para Vandar, em Antares; Kantaryo
é classificada como zona de isolamento, proibindo qualquer intervenção direta; inicia exílio permanente. -
Anos 126–150 da UPC — Atua como conselheira, historiadora e ativista política, produzindo livros, relatórios e documentários ao lado de Augustus Tsokoulos; transforma memória coletiva em ferramenta diplomática; desenvolve relação afetiva gradual com ele e tem dois filhos, Allin e Ebor, criando-os praticamente sozinha enquanto continua campanhas públicas pela libertação de Kantaryo.
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Ano 144 da UPC - Nasce Allin e Ebor.
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Ano 158 da UPC - Morre Augustus Tsokoulos.
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Anos 160 da UPC — Muda-se para Flantar junto à comunidade chavartyana fundada por Passa e Kanna Reen, tornando-se referência moral e cultural, exercendo papel de Akanja para jovens refugiados e sobreviventes; envelhece como guardiã das histórias de Kantaryo e da resistência.
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Ano 180 da UPC - Falece em casa, aos 112 anos, cercada por filhos adotivos e netos simbólicos, reconhecida como a kantaryana mais velha conhecida; sua morte encerra a geração que testemunhou o primeiro contato alienígena e a queda de Kantaryo.
