

Klaus Windrunner
Ficha Técnica:
Planeta natal: Conselho Magico de Archenar
Local de nascimento: Temary
Raça: humano archenariano
Idade ao falecer: desconhecido.
Profissão: militar
Reação: 0
Data do falecimento: Ano 136 da UPC
Filiação: Guilda dos Ventos; Conselho Mágico de Archenar; Rebelião Libertadora da Estrela Negra; UPC
Relações:
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Godloy (pai)
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Anary (mãe)
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Gunther (irmão)
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Balmor (irmão)
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Stratovarus Legrunner (primo)
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Exectal e Lumat (maridos - falecidos)
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Moldelior (amante)
Naves em que atuou:
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CMA Kaustubh
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UPC Capela B
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UPC Karas Kardassian
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UPC Zahl Vazir
Jogador: Gabriel Castro
O Herdeiro de Temary
Klaus Windrunner nasceu em Temary, cidade portuária do continente de Divak, marcada pela convergência de rotas comerciais e pela proximidade com a Floresta Ancestral de Belomiar. Filho de Godloy e Anary, conselheiros da administração local, cresceu em ambiente de estabilidade e responsabilidade cívica ao lado dos irmãos Gunther e Balmor, mantendo também proximidade constante com seu primo Stratovarus Legrunner. Desde cedo destacou-se por sua aparência incomum e por uma personalidade expansiva e inclinada à liderança.
Sua formação ocorreu em instituições que conciliavam ensino acadêmico e arcano, onde demonstrou aptidão precoce para a magia do ar, manipulando correntes e pressões atmosféricas com facilidade incomum. Sua autoconfiança e competitividade marcaram sua reputação entre os pares, ao mesmo tempo em que sua capacidade de liderança atraía aliados.
Os Caminhos Errantes e o Trio Arcano
Após concluir sua formação, Klaus deixou Temary e percorreu Archenar em busca de experiência prática. Durante essas jornadas conheceu os magos Exectal e Lumat, inicialmente como rivais em uma disputa mágica, posteriormente tornando-se companheiros inseparáveis. A relação entre os três evoluiu para um vínculo íntimo e compartilhado, acompanhando-os em suas viagens e conflitos.
Em Liza, a chamada Cidade dos Mercenários, o trio encontrou propósito ao atuar na defesa contra incursões orcs. Klaus destacou-se pela coordenação em combate, utilizando magia do ar para controle de campo e proteção de forças aliadas.
A Campina Roxa e a Ascensão
A reputação do trio consolidou-se na Batalha da Campina Roxa, onde enfrentaram um exército orc unificado sob um rei das montanhas. Klaus assumiu papel de liderança entre mercenários e milícias, conduzindo estratégias que resultaram em vitória decisiva. A partir desse evento, ele passou a ser reconhecido como líder em tempos de crise, enquanto o trio acumulava fama e influência em Liza.
A Queda de Archenar
Relatos vindos de Sillum anunciaram a invasão liderada por Jalamar Leyt, marcada por tropas geneticamente modificadas e resistência à magia. A queda do Conselho Mágico e a inutilização das práticas arcanas tradicionais alteraram completamente o equilíbrio do mundo.
Em Liza, Klaus liderou a preparação defensiva com apoio de Exectal e Lumat, integrando magia e tecnologia em estratégias de resistência. Após três dias de combate intenso, a cidade foi sobrepujada. Exectal e Lumat sacrificaram suas vidas para proteger a população, enquanto Klaus, gravemente ferido, foi capturado.
O Cativeiro em Sillum
Transformado em exemplo de punição, Klaus foi submetido a torturas físicas e psicológicas nas muralhas de Sillum, onde prisioneiros eram mantidos vivos em sofrimento contínuo. Sua resistência tornou-se símbolo involuntário em meio ao domínio imposto por Jalamar Leyt.
A Libertação e a Rebelião
Resgatado por uma operação liderada por Trevus Dragneel e planejada por Moldelior, Klaus foi integrado à resistência. A relação entre Klaus e Moldelior evoluiu para um vínculo afetivo enquanto atuavam juntos em operações contra forças imperiais.
Com o desenvolvimento da armada archenariana baseada em tecnologia e magia, Klaus passou a integrar as forças espaciais, participando da transformação de Archenar em potência militar interestelar.
A Guerra nas Estrelas
No Ano 84 da UPC, participou da Batalha de Cursa como oficial de segurança, coordenando ações da frota archenariana em conjunto com a Rebelião Libertadora da Estrela Negra.
Posteriormente atuou na Batalha de Starhide, a bordo da CMA Kaustubh, onde a destruição do planeta resultou na morte de bilhões e no colapso da superarma imperial. Após o conflito, atuou como carcereiro de Jalamar Leyt e testemunhou seu julgamento.
O Oficial da UPC
A incorporação de Klaus Windrunner à União dos Planetas Confederados ocorreu após sua atuação consolidada na armada archenariana durante os conflitos contra o domínio imperial. Sua transição para a estrutura formal da UPC marcou uma mudança de escala em suas operações, passando de campanhas de resistência para missões institucionais de segurança, exploração e contenção.
Inicialmente designado para a UPC Capela B, assumiu a função de chefe de segurança, posição na qual sua experiência em combate terrestre e coordenação de tropas foi aplicada ao ambiente interno da nave e às operações externas de risco. Sua atuação nesse período envolveu a manutenção da ordem, contenção de ameaças e resposta a situações críticas em cenários desconhecidos, consolidando sua reputação dentro da hierarquia da UPC.
Posteriormente, foi transferido para a UPC Karas Kardassian, onde serviu como Primeiro Oficial sob o comando da Capitã Maryna Sirtis de Antares. Nessa função, passou a atuar diretamente na condução estratégica da nave, participando de decisões operacionais, gestão da tripulação e coordenação de missões no Quadrante Ômega. Esse período marcou sua consolidação como oficial de comando, ampliando sua atuação para além da segurança, envolvendo-se em contatos interestelares e operações de exploração em regiões instáveis e politicamente sensíveis.
Sua trajetória culminou no comando da UPC Zahl Vazir, onde assumiu integral responsabilidade sobre a nave, sua tripulação e suas missões. Sob seu comando, a Zahl Vazir foi empregada tanto em operações de resgate quanto em expedições de exploração profunda, refletindo a confiança institucional depositada em sua liderança.
Kantaryo e os Segredos Ocultos
Durante a expedição à Nebulosa do Pilar, Klaus conduziu a UPC Zahl Vazir em uma missão inicialmente voltada ao resgate da nave UPC Horizonte, desaparecida na região. A operação evoluiu para um cenário mais complexo ao estabelecer contato com os Poltergeins, com os quais Klaus firmou um acordo que possibilitou a continuidade da missão e a travessia segura até o sistema de Kantaryo.
Ao chegar ao planeta, a missão assumiu caráter multifacetado, envolvendo tanto operações de resgate quanto a investigação das condições locais. Klaus liderou ações em solo, enfrentando ameaças presentes no ambiente e garantindo a sobrevivência de sua tripulação diante de circunstâncias adversas.
Durante essas operações, vieram à tona evidências de experimentos conduzidos por capelinos, cuja natureza e implicações foram posteriormente documentadas nos relatórios apresentados à UPC. As informações coletadas por Klaus e sua tripulação foram determinantes para a abertura de processos formais contra os responsáveis, resultando em julgamento e exílio dos envolvidos.
O desdobramento político dessas descobertas levou à decisão institucional de isolar Kantaryo. A medida visava impedir interferências externas e conter os desdobramentos dos experimentos realizados no planeta, estabelecendo uma política de restrição permanente de acesso e consolidando Kantaryo como uma zona protegida sob diretrizes da UPC.
O Sacrifício em Meissa
No Ano 136 da UPC, durante a Batalha de Meissa contra as forças do Império Rubiano, a UPC Zahl Vazir foi submetida a danos estruturais severos em meio ao confronto. A intensidade do ataque comprometeu sistemas essenciais da nave, tornando inevitável sua perda operacional.
Diante desse cenário, Klaus Windrunner permaneceu na ponte de comando, assumindo a coordenação direta das ações de emergência. Sob sua liderança, a evacuação da tripulação foi conduzida de forma organizada, priorizando a retirada segura dos sobreviventes enquanto a nave se aproximava de sua destruição total.
A permanência de Klaus a bordo ocorreu no contexto dessa operação, garantindo tempo suficiente para a evacuação completa. A decisão resultou em sua morte, caracterizada como consequência direta da escolha de permanecer na nave até a conclusão do processo de retirada.
Seu corpo foi posteriormente recuperado, e seu traslado até Archenar foi realizado sob protocolo solene. Em Liza, foi sepultado ao lado de Exectal e Lumat, encerrando um ciclo iniciado ainda em vida planetária e marcado pela recorrência de vínculos formados em combate, deslocamento e resistência.
Linha do Tempo
Muito anos antes da UPC — Nasce em Temary, no planeta Archenar, filho de Godloy e Anary; cresce ao lado dos irmãos Gunther e Balmor e de seu primo Stratovarus Legrunner; recebe formação acadêmica e arcana com destaque para magia do ar; abandona Temary após a formação e percorre Archenar, onde conhece Exectal e Lumat, com quem forma vínculo duradouro; atua como mercenário na cidade de Liza e participa da defesa contra incursões orcs; destaca-se na Batalha da Campina Roxa assumindo liderança sobre forças locais.
Ano 75 da UPC — Fundação da Rebelião Libertadora da Estrela Negra.
Ano 79 da UPC — Jalamar Leyt rouba a Kaustubh, a Joia da Vida.
Ano 82 da UPC — Ocupação de Archenar pelos soldados Hinder sob o comando do Almirante Jalamar Leyt; queda das estruturas arcanas e militares do planeta; Klaus participa da resistência em Liza ao lado de Exectal e Lumat; após três dias de combate, a cidade é derrotada, Exectal e Lumat morrem em combate e Klaus é capturado.
Período subsequente — Permanece prisioneiro em Sillum, submetido a torturas físicas e psicológicas até ser resgatado por forças da resistência lideradas por Trevus Dragneel, em operação planejada por Moldelior; integra-se à Rebelião Libertadora da Estrela Negra e passa a atuar na armada archenariana.
Ano 84 da UPC — Torna-se oficial de segurança da CMA Kaustubh e participa da Batalha de Cursa.
Ano 90 da UPC — Descoberta da super-arma em Starhide; participa do Conselho de Guerra com líderes da Rebelião; atua na Batalha de Starhide; ocorre a destruição do planeta e da frota imperial; morte presumida da tripulação da Magnaguard X-16; Jalamar Leyt é capturado e a Kaustubh é recuperada.
Ano 91 da UPC — Entra para a UPC e passa a atuar na UPC Capela-B.
Ano 96 da UPC — Promovido a Tenente Comandante e assume como Primeiro Oficial na UPC Karas.
Ano 110 da UPC — Promovido a Comandante.
Ano 112 da UPC — Promovido a Capitão da UPC Zahl Vazir.
Ano 113 da UPC — A UPC Zahl Vazir é enviada para resgatar sobreviventes da UPC Horizonte; a nave permanece por dez anos perdida na Nebulosa do Pilar; durante esse período, a tripulação encontra a civilização dos Poltergeins, uma raça aprisionada na nebulosa após perder sua forma física por uma maldição; é firmado acordo com a UPC para encontrar um novo planeta para essa civilização em troca de orientação através da nebulosa até Kantaryo.
Ano 125 da UPC — A UPC Zahl Vazir chega a Kantaryo; no planeta, passaram-se doze anos desde o primeiro contato com a UPC Horizonte; a UPC Zahl Vazir entra em confronto com o governo local manipulado pelo Imperador Lanos Larita Lavolk; Klaus estabelece um acordo com Oliver Traubout e Asuma Traubout; Lanos Larita Lavolk e assassinado por seu pupilo que assume o controle do planeta; a UPC Zahl Vazir retorna da missão de resgate após doze anos; nenhum tripulante da UPC Horizonte é encontrado vivo, sendo recuperados apenas os corpos da Tenente Soara Atana e do Embaixador Manuncharov Egor, além da sobrevivente Soana Atana Egor; são trazidos quatro exilados políticos: Yula Traubout, Augustus Tsokoulos, Argos D’Fontelle, Feru D'poll e Zixpence Page-Teylor.
Ano 126 da UPC — Após os julgamentos da Conspiração Capela, os envolvidos são exilados; o planeta era utilizado como base científica secreta por cientistas capelinos que realizavam experimentos genéticos relacionados à Praga de Capela; os responsáveis são julgados pelo Conselho Parlamentar de Capela e exilados; a Tenente Comandante Emylka Mormon é declarada fugitiva.
Ano 127 da UPC — O Presidente da UPC, Jean Jolist Lontozigy, decreta o isolamento do setor de Kantaryo na Nebulosa do Pilar, proibindo o acesso a membros da UPC conforme solicitação do governo local.
Ano 136 da UPC — Batalha de Meissa: a UPC Zahl Vazir é destruída e Klaus Windrunner morre ao permanecer na nave para garantir a evacuação de sua tripulação.
Ano 137 da UPC — Seu corpo é enterrado em Liza, ao lado de Exectal e Lumat.
