

Poull-Krass Var Kankroo
Ficha Técnica:
Planeta natal: Conselho Dac
Local de nascimento: Aquerida
Raça: Mon Calamari
Idade ao falecer: 81 anos
Profissão: Oficial Segurança e Tatica Militar
Reação: 0
Data do falecimento: Ano 164 da UPC (Batalha de Atik)
Filiação: Casa Real de Mon Cala; UPC
Relações:
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Var Kankroo - pai
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Rel-Mira Solketh - mãe
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Keth-Orun - avô parterno
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Sal-Nereth - avó parterno
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Mystina Rhodes - Esposa
Naves em que atuou:
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UPC Archenar
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UPC Akbar
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UPC Emreis
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UPC Zahl Vazir
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UPC Phibeas Hacor
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UPC Goodles
Jogador: Marcello Kellsetti
O Herdeiro de Aquerida
Poull-Krass Var Kankroo nasceu no ano 83 da UPC nas camadas médias da cidade coralina de Aquerida, em Dac, um ambiente moldado pelas marés de Morjanssik. Cresceu integrado a um núcleo familiar composto por seu pai, Var Kankroo, um veterano das campanhas defensivas contra o Império de Lanos Larita Lavolk; sua mãe, Rel-Mira Solketh, responsável pela manutenção técnica de recifes habitacionais; seu avô Keth-Orun, antigo cartógrafo de correntes oceânicas; e sua avó Sal-Nereth, guardiã de rituais das Profundezas Eternas. A influência de seu avô ensinou-o a observar as correntes invisíveis do oceano. Na juventude, destacou-se na prática da natação em circuitos locais e regionais. Demonstrou capacidade intelectual superior em simulações de fluxo e tática naval, o que levou à sua indicação para a Academia da Frota Branca da UPC no ano 97 da UPC, onde treinou sob a orientação do Comandante Thel-Var Uneth e da estrategista Lorae-Kess Minalth, graduando-se com honras máximas no ano 100 da UPC.
O Oficial da Segurança
Sua carreira militar formalizou-se como Cadete na UPC Archenar no ano 101 da UPC, sendo promovido a Alferes na UPC Akbar e, no ano 103 da UPC, a Sargento de segurança na nave UPC Emreis. Na UPC Emreis, atuou no período pós-guerra contra o Império, destacando-se no Incidente de Vek’thraal ao identificar e neutralizar de forma silenciosa agentes imperiais infiltrados que sabotavam os sistemas e disseminavam desconfiança entre os refugiados da Orla Média. Após o incidente, foi promovido a Tenente. No ano 111 da UPC, assumiu o posto de Oficial Chefe de Segurança na UPC Zahl Vazir. Nessa nave, durante uma crise de mediação em um sistema capelino, Poull-Krass evitou um incidente diplomático ao conter uma facção local que tentava manipular os protocolos para forçar uma resposta militar da UPC. O feito, registrado pelo Capitão Klaus Windrunner, resultou em sua promoção a Tenente Comandante no ano 113 da UPC.
O Labirinto do Pilar
A UPC Zahl Vazir ingressou na Nebulosa do Pilar para investigar transmissões fragmentadas associadas ao Tenente Comandante Craswerdh "crave" Vendreserwqw, piloto e filho do soberano de Argentium, cuja nave, a UPC Horizonte, desaparecera havia oito anos. A operação estendeu-se por anos devido a distorções eletromagnéticas e gravitacionais. Poull-Krass coordenou o resgate do Sargento Lartekistosky Vaermetilhym, sobrevivente de um caça argentínio à deriva. Diante do contato com entidades desprovidas de corpo chamadas Poltergeist, que ofereceram guiar a nave para fora da nebulosa em troca de matéria e existência, Poull-Krass opôs-se por lógica, mas reconfigurou os protocolos de segurança e circuitos neurais para impedir a possessão da tripulação. Guiados pelas entidades até o sistema Palaio, a tripulação localizou no Deserto Escuro de Kantaryo o embaixador Manuncharov Egor, gravemente ferido, e o túmulo da Tenente Soara Atana, indicando que os sobreviventes da UPC Horizonte haviam sido assassinados por Lanos Larita Lavolk, que sobrevivera. Poull-Krass coordenou a defesa da retirada contra o ataque de predadores selvagens chamados K’ras, garantindo o recuo da equipe.
A Conspiração de Kantaryo
A busca por Soana, filha híbrida de Manuncharov e Soara, levou a tripulação ao Oceano de Dras, onde a nave auxiliar da Tenente Zeinep Sinan e o caça de Lartekistosky caíram após colidirem com um campo de energia invisível. Sendo as águas agressivas e nocivas à fisiologia do Capitão Klaus Windrunner, Poull-Krass utilizou suas habilidades aquáticas para sustentar o capitão e garantir sua sobrevivência. O grupo foi capturado por uma nave capelina operada pelo quinteto capelino Siria, Mari, Virna, Sauber e Deyton, acompanhados da Conselheira Emylka Mormon, e levados a um complexo científico submerso gerido por Sansabris. No local, o Comandante Jorge 42 Kaoa descobriu laboratórios de experimentação ativa com corpos de kantaryanos vivos e mortos, sendo alvo de uma tentativa de eliminação por Mormon, que fugiu. Forças kantaryanas, sob o comando de Oliver Traubout e Asuma Traubout, invadiram a instalação. Após negociações, Oliver executou Lanos por decapitação na Cúpula da Pena Branca, dentro da nave imperial reconstruida, traindo assim seu mestre. Poull-Krass coordenou a retirada sob fogo cruzado, resgatando Argos D'Fontelle com a ajuda de outros fugitivos kantaryanos como Yula Traubout, Passa Reen, Zixpence e Augustus Tsokoulos. Retornando ao espaço da UPC após cinco anos, os testemunhos resultaram no exílio dos envolvidos capelinos nas experiencias e na instituição da Primeira Diretriz da Frota.
O Quadrante Épsilon e a Orbe de Grayskull
No ano 129 da UPC, Poull-Krass foi designado como Primeiro Oficial da UPC Phibeas Hacor, sob o comando da Capitã Zeinep Siman, integrando o Programa de Exploração do Quadrante Épsilon apresentado pelo Almirante Rosta Bysek em Vandar. No sistema Tiaki, a tripulação fez contato com o planeta Eternia, governado pelo Rei Randor. Durante a noite, o comandante militar Keldor desferiu um golpe planejado para tomar a Orbe do Poder no Castelo de Grayskull. Poull-Krass assumiu a coordenação defensiva da tripulação dispersa e organizou as rotas de retirada. No confronto final em Grayskull, a libertação da Feiticeira permitiu a derrota de Keldor, lançado ao Abismo Eterno. O Rei Randor formalizou relações com a UPC, integrando Zodak como embaixador.
A Guerra da Caixa de Joias
No ano 132 da UPC, no sistema Betelgeuse, a UPC Phibeas Hacor deparou-se com a invasão dos rubianos (originarios do planeta Rubi), que fragmentavam os corpos de rocha cristalina dos betelgeusianos para extração energética. Poull-Krass liderou a infiltração na usina de processamento, instalando cargas explosivas. Durante a retirada, um rubiano dissidente chamado Azzumus interveio para salvar o Dr. One. Poull-Krass ordenou a custódia e investigação de Azzumus. Com a subsequente captura da Capitã Zeinep Sinan pelos rubianos, Poull-Krass assumiu interinamente o comando da UPC Phibeas Hacor na chamada Guerra da Caixa de Joias, mapeando a exploração imperial rubiana nos sistemas de Tianguan, Elnath, Meissa, Belatrix, Menkar, Tabit e Euterpe. Ele solicitou ajuda ao embaixador Zustras Askro para seguir para o sistema Ain, no planeta Amateru e antecipar relações diplomáticas e estabeleceu uma aliança com os euterpianos na gestão da Primeira Voz, Kipka Kemba. No ano 133 da UPC, os rubianos utilizaram a nave Kizzara, armada com um composto experimental baseado em espermacete extraído de Menkar, destruindo completamente a colônia de Ilekeji. A aliança com Euterpe foi formalizada, e corsários rebeldes da nave Flecha Prateada uniram-se ao grupo.
A Coalizão e o Preço de Meissa
Sob o comando interino de Poull-Krass, a coalizão integrou a frota do Capitão Katsuo Kimo, da Flecha Prateada, e as forças do rei Kaleo Kai em Menkar, onde descobriram que os nativos eram liquefeitos para a extração de espermacete menkariano. O Dr. One descobriu que a arma da Kizzara unia os cristais de Betelgeuse, o espermacete de Menkar e o pólen de Meissa. No ano 135 da UPC, Poull-Krass foi promovido definitivamente a Capitão pelo Almirante Ian Bradov. No ano 136 da UPC, iniciou-se a libertação de Meissa, governada pelo Secretário-Geral Apurnis e pela doutora Mallorata. Durante o ataque orbital coordenado por Poull-Krass, a Kizzara chegou ao sistema. A insurreição terrestre, liderada Pelo Tenente Comandante Stratovarus Legrunner, libertou a entidade metamórfica Micalateia, que confirmou que a Capitã Zeinep Sinan estava prisioneira na Kizzara. Contrariando as ordens do Alto Comando, Poull-Krass planejou uma infiltração na nave inimiga. Na Batalha de Meissa, três cruzadores da UPC foram destruídos, incluindo a UPC Zahl Vazir, resultando na morte do amigo Capitão Klaus Windrunner. Simultaneamente, a sargento Misa Asia sofreu um colapso neurológico, sendo induzida ao coma pelo Dr. Drum Gamah; a análise neuroenergética revelou tratar-se de um portador da Chama Púrpura de Sinestra, ligada a Lanos.
O Fim da Kizzara e a Caçada nas Sombras
Poull-Krass liderou a infiltração na Kizzara utilizando a tecnologia de camuflagem da alferes Soara Atana, acompanhado de Stratovarus, Drum Gamah e Micalateia. Stratovarus conectou o simbionte Odux aos sistemas neurais da nave viva, descobrindo o plano da Imperatriz Rubiana de usar um derivado chamado Duzar para colapsar as estrelas de Capela, Antares e Goodles. Na UPC Phibeas Hacor, a entidade Lanos manifestou-se plenamente em Misa Asia, matando Roge Araos e alvejando o Dr. One pelas costas, deixando-o paraplégico. Lanos roubou as pesquisas da Nona Essência e fugiu em uma nave auxiliar, detonando explosivos que revelaram a posição do cruzador. A frota de Ian Bradov interveio contra os caças rubianos. Poull-Krass resgatou Zeinep Sinan de sua cela biológica e detonou o reservatório de espermacete, destruindo a Kizzara. Azzumus negociou a rendição oficial do planeta Rubi. Posteriormente, a UPC Phibeas Hacor foi enviada à órbita de Ibitia para reparos nas docas orbitais.
Pós-Guerra da Caixa de Joias e a Base de Ibitia
A destruição de Kizzara e a consequente rendição do planeta Rubi selaram o fim oficial da Guerra da Caixa de Joias, mas o Quadrante Épsilon continuava instável. Enquanto a Frota Branca focava em missões humanitárias e de reconstrução, uma ameaça silenciosa pairava sobre a galáxia: o desaparecimento da sargento Misa Asia de Juliet, cujo corpo fora tomado pela consciência do antigo imperador Lanos Larita Lavolk. Sob o poder da fugitiva estavam segredos estratégicos da União dos Planetas Confederados (UPC) e os dados científicos roubados do Dr. One. Para o Capitão Poull-Krass, a guerra havia se transformado em uma caçada oculta.
Aproveitando o período em que a UPC Phibeas Hacor passava por extensos reparos nas docas orbitais da nova base militar em Ibitia, Poull-Krass reorganizou sua tripulação. Sob rígido sigilo ordenado pelo Almirante-de-Frota Ian Bradov e pelo Presidente da UPC, a UPC Phibeas Hacor assumiu a missão secreta de rastrear a fugitiva para evitar que a iminente Conferência de Paz de Keaham fosse arruinada. Enquanto a UPC Regulus e a UPC Vandar realizavam missões diplomáticas ostensivas, Poull partiu em silêncio com uma equipe de especialistas reformulada, incluindo a cientista draconiana Tenente Comandante Ninla Idem que assumia como Oficial Chefe de Ciências.
A Campanha em Tegon e o Exército dos Mortos
Utilizando um algoritmo probabilístico inovador desenvolvido por Ninla Idem, a UPC Phibeas Hacor localizou resíduos energéticos da nave de Misa no Setor 12 do sistema Belissarius (território da Soberania Amateru). O rastreamento levou a equipe ao planeta Tegon, um mundo de estágio equivalente ao medieval e marcado por forte atividade mística. Ao desembarcarem disfarçados nas proximidades da fortaleza de Winterfell, a equipe de descida liderada por Poull deparou-se com uma crise humanitária: milhares de refugiados fugiam de uma horda de mortos-vivos comandada por uma entidade chamada de Rei da Noite.
Investigações conduzidas pelo Chefe Médico Drum Gamah e pelo Primeiro Oficial Stratovarus Legrunner revelaram que o Rei da Noite não era um mito, mas uma criatura genética instável criada por Lanos através do composto regenerativo modificado do Dr. One e das energias arcanas de Tegon. Contudo, a criatura havia conquistado autonomia e quebrado o controle de seu criador. Enquanto Lanos fugia do planeta com o auxílio de uma nave de guerra Amateru comandada por Appius Sillia Amantius, Poull-Krass e seus oficiais viram-se isolados na superfície devido a tempestades eletromagnéticas. Ao lado do jovem líder local, Brandon Stark, a tripulação ajudou a coordenar a retirada da população e a erguer uma colossal muralha de gelo encantada, contendo temporariamente o exército dos mortos e encerrando o período conhecido como a Longa Noite.
O Encontro com Thundera e a Catástrofe Planetária
Após restabelecer o contato com a órbita e retomar a perseguição, a UPC Phibeas Hacor interceptou uma embarcação no sistema Makhlab. Tratava-se da frota de Thundera, liderada pelo honrado General Jaga. Jaga havia capturado recentemente o criminoso de guerra Ratilla de Plun-Daar, cuja nave continha o transmissor roubado por Misa Asia. Uma forte ligação de respeito militar formou-se entre Poull e Jaga, levando o Capitão da UPC a obter permissão do Rei Claudus para analisar os computadores da nave capturada, confirmando a cooperação direta do Primeiro Guerreiro de Amateru com a fugitiva.
A perseguição, contudo, tornou-se secundária quando os sensores da UPC detectaram que o núcleo de Thundera estava em colapso irreversível, uma armadilha deixada por Ratilla após a destruição da Espada de Plun-Daar. Poull-Krass dedicou todos os recursos da UPC Phibeas Hacor para coordenar uma evacuação massiva da população thunderiana ao longo de dez dias. No momento da explosão do planeta, as forças de Plun-Daar iniciaram um ataque oportunista. Honrando uma promessa feita ao Rei Claudus, Poull posicionou a UPC Phibeas Hacor como escudo para proteger a nave imperial que transportava o herdeiro de dez anos, Lion-O. A UPC Phibeas Hacor destruiu o último cruzador inimigo, dando tempo dos thunderianos fugirem, mas ficou severamente avariada e à deriva no espaço hostil.
A Infiltração em Arda e o Fim de Lanos Larita Lavolk
No momento mais crítico, uma nave rebelde de Amateru comandada por Mamys Sillia Amantius surgiu oferecendo uma aliança: os rebeldes auxiliariam nos reparos e guiariam a UPC até Misa Asia em troca de apoio para depor seu irmão traidor, Appius. A caçada levou as forças aliadas ao setor Y78, no planeta Arda, um mundo de vasta diversidade biológica cercado por pesadas interferências místicas e eletromagnéticas que inutilizavam os equipamentos da União. Para mitigar os riscos, Drum Gamah desenvolveu um soro de alteração genética temporária para disfarçar a equipe de descida.
Em solo, a tripulação testemunhou o massacre de uma aldeia de hobbits e resgatou a pequena Tindonna Vornyville, de cinco anos. Guiados pelo hobbit Drogoto Smallcotton e acompanhados pelo Ranger Talion de Gondor, a equipe rastreou os aliados orcs de Misa até o hemisfério norte. O confronto final contra Misa Asia foi violento; o corpo da ex-sargento fora completamente deformado por enxertos biológicos e pela energia da Chama Púrpura. Stratovarus, Drum Gamah e Mamys lideraram o combate que culminou na destruição definitiva da criatura e do espírito de Lanos.
Paralelamente, em órbita, a Tenente-Comandante Ninla Idem assumiu o comando interino da UPC Phibeas Hacor e, auxiliada pelas naves UPC Akbar e UPC Regulus, repeliu um ataque das forças leais a Appius, embora a UPC Akbar tenha sido destruída no processo.
O Primeiro Contato com os Monsutã e a Invasão Coristiana
A vitória em Arda cobrou um preço pessoal altíssimo para Poull-Krass. A incapacidade biológica de seu organismo em interagir com o ambiente mágico de Arda desencadeou um processo contínuo de drenagem celular. Debilitado e sob os cuidados intensivos da enfermeira-chefe Mystina Rhoades, Poull passou a depender permanentemente de uma veste biológica especial de suporte à vida preenchida com fluidos de Dac. Durante o processo de extração, Micalateia, Beluar e a cadete Emica Ken decidiram permanecer em Arda; para protegê-los das obrigações da Frota Branca, Poull falsificou os relatórios oficiais, declarando-os mortos em combate.
Ainda com as duas naves da União (UPC Phibeas Hacor e UPC Regulus) avariadas, a frota recebeu o auxílio da Cap'Oni Hyw'Xqi'Awy, representante da civilização Monsutã. Apesar de sua aparência caótica e monstruosa que causava desconforto inicial, os monsutanos provaram ser aliados honrados e compartilharam tecnologias avançadas na base espacial de Wandreva. Contudo, a tranquilidade foi interrompida com a chegada dos Coristianos, uma espécie supremacista vinda da galáxia de Cadeha que considerava os monsutanos imperfeitos e iniciou um ataque de extermínio. Foi na base que ele conheceu o jovem doutor monsutano Kay'Go Stte'Fler Al'mey com quem teve conversas amigaveis sobre a cultura monsutana.
Na Batalha de Wandreva, diante da esmagadora superioridade inimiga, o Capitão Gatuuso Lonyr sacrificou a UPC Regulus ao lançá-la contra a formação inimiga, permitindo que Poull-Krass recuasse com milhares de refugiados monsutanos. Posteriormente, a base foi aniquilada e a UPC Regulus capturada pelos invasores, dando aos Coristianos acesso profundo à tecnologia da União.
Retorno ao Quadrante Ômega, Casamento e Legado como Almirante
Após cinco anos de missão no Quadrante Épsilon, a UPC Phibeas Hacor retornou ao espaço confederado no Ano 140 da UPC, sendo recebida com as mais altas honras pelo Alto Comando da Frota Branca. Poull-Krass passou por tratamentos intensivos em Dac e oficializou sua união com Mystina Rhoades na capital Coral, em uma cerimônia reservada que reuniu seus oficiais mais leais.
Promovido ao posto de Comodoro, assumiu o comando da Frota Épsilon na Base Espacial Eternia, expandindo pacificamente as fronteiras da União. No Ano 141 da UPC, Poull recebeu uma mensagem subespacial do Doutor Kay'Go alertando que os Coristianos haviam ocupado sistematicamente o território Monsutã e planejavam uma invasão em larga escala. Embora a recém-eleita Presidente Emulta Iuter tenha decidido adotar uma postura de não intervenção, Poull passou a traçar rotas e planos de contingência em segredo, sabendo que o confronto com Uno-Coristia seria inevitável. Em reconhecimento à sua liderança e carreira irretocável, Poull-Krass foi promovido ao posto de Almirante no Ano 143 da UPC.
O Alarme de Monsutã e o Relatório de Zodak
Após anos de vigilância e avisos negligenciados pelo Alto Comando, o tempo provou que o Almirante Poull-Krass estava correto. No Ano 147 da UPC, as redes subespaciais confederadas captaram transmissões fragmentadas e repletas de interferência vindas da região de Monsutã, indicando combates de proporções catastróficas. Diante da gravidade dos fatos, Poull autorizou uma missão investigativa de reconhecimento, enviando sua antiga e lendária nau, a UPC Phibeas Hacor (agora sob o comando do Capitão Zodak), amparada pela escolta tática da UPC Archenar.
O desfecho da patrulha confirmou os piores prognósticos. A UPC Archenar foi subjugada e capturada pelas forças inimigas, enquanto a UPC Phibeas Hacor retornou à base profundamente avariada. O relatório do Capitão Zodak era incontestável: uma descomunal força expedicionária vinda de Uno Coristia havia esmagado as defesas de Monsutã. A fuga da UPC Phibeas Hacor só fora possível devido ao sacrifício da escolta e à ajuda de desertores e refugiados que operavam uma embarcação inimiga roubada. A invasão extragaláctica havia oficialmente começado.
O Conselho da UPC e a Dissidência Coristiana
Entre os sobreviventes resgatados pela União, encontravam-se figuras que se tornariam cruciais para o esforço de guerra: o cientista Kay'Go Stte'Fler Al'mey (amigo de longa data de Stratovarus Legrunner), a médica Mor'Ell, o oficial tático Neo'Din e o jovem órfão Bee Tho'Fen. Contudo, a testemunha de maior impacto político e militar trazida por Zodak foi Erikus Prezuntus Terceirus, um oficial coristiano que desertou ao renegar a doutrina genocida de seu próprio império.
Poull compilou os minuciosos relatórios de Erikus sobre a infraestrutura, tecnologia e objetivos estratégicos de Uno Coristia e apresentou-os ao Almirantado e à nova Presidente, Ophra Kazuk. Diferente do passado, as palavras de Poull encontraram forte respaldo no Almirante de Frota Ian Bradov. Compreendendo as limitações logísticas e os riscos de arrastar a Confederação para um conflito imediato em setores tão distantes, a Presidente Kazuk optou por uma resposta estritamente humanitária: os monsutanos receberam asilo e permissão para utilizar seus dispositivos de camuflagem tradicionais a fim de evitar pânico entre os cidadãos confederados.
O Bastião de Eternia e a Ascensão ao Comando Supremo
Frustrado com a passividade política, mas disciplinado, Poull-Krass converteu a Base Espacial de Eternia no epicentro de contra inteligência da União. Sob sua tutela, Erikus adaptou as táticas de defesa da frota contra os invasores; Kay'Go compartilhou segredos da engenharia monsutã com a Academia; Mor'Ell assumiu programas de saúde pública; Neo'Din atuou como consultor estratégico e Bee Tho'Fen ingressou na formação acadêmica da UPC. Para Poull, o conhecimento tático acumulado ali seria tão vital quanto o poder de fogo dos estaleiros.
A virada política ocorreu no Ano 160 da UPC com a eleição da euterpiana Adankaw Meru à presidência. Sob sua administração, a Frota Branca passou por uma reestruturação completa, sendo rebatizada como Frota Galáctica. Em reconhecimento à sua liderança profética e dedicação inabalável, Poull-Krass foi promovido ao posto máximo de Almirante da Frota da UPC, assumindo a incumbência de preparar a galáxia organizada para o iminente apocalipse militar.
A Queda do Épsilon e a Grande Mobilização
As previsões de Poull materializaram-se com violência avassaladora quando as vanguardas coristianas golpearam o Quadrante Épsilon. As defesas de Eternia & Etheria foram pulverizadas e a grande base espacial da UPC acabou destruída. Em uma ofensiva coordenada sem precedentes, os sistemas de Ibitia e Kentaur caíram quase simultaneamente.
Invocando o protocolo de defesa máxima da União, o Almirante da Frota Poull-Krass coordenou a maior mobilização militar da história confederada. Sob seu comando unificado, antigas rivalidades foram postas de lado:
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O Conselho Ancião de Dracon cedeu seus pesados encouraçados;
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Gremiona enviou as esquadras do Imperium Gremium;
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A Corporação Financeira de Altair disponibilizou seus potentes caças;
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O Sultanato Régulos marchou com toda a sua frota estelar.
O Sacrifício Final no Sistema Atik e o Sumiço de Mystina
No Ano 164 da UPC, a gigantesca coalizão galáctica interceptou a armada extragaláctica no Sistema Atik, a doze parsecs do devastado Reino Unido de Eternia e Etheria. O confronto atingiu proporções apocalípticas. À medida que sucessivas frotas de Uno Coristia saltavam do hiperespaço, a descomunal capacidade industrial dos invasores começou a quebrar as linhas da Frota Galáctica. Os encouraçados draconianos caíram na vanguarda; o Imperium Gremium foi virtualmente aniquilado; as forças de Altair e Régulus foram pulverizadas. Ao fim do dia, 80% das forças da UPC haviam sido reduzidas a destroços.
Recusando-se a recuar até que a evacuação dos sobreviventes estivesse garantida, Poull-Krass manteve sua nau capitânia na linha de frente a bordo da capitania UPC Goodles, absorvendo o fogo inimigo enquanto a Presidente Adankaw Meru, a bordo da UPC Pallatinus, ordenava a retirada geral. Cercada e castigada por múltiplos cruzadores coristianos, a nave do Almirante da Frota Poull-Krass Var Kankroo explodiu em combate, selando com sangue uma trajetória impecável de honra, estratégia e dever.
Paralelamente à tragédia de Atik, o destino de seu grande amor, a enfermeira-chefe Mystina Rhoades, mergulhou nas brumas do desconhecido. Desaparecida durante o caos das invasões enquanto coordenava os esforços de saúde da Frota, alguns registros apontavam sua captura na Batalha de Goszna, enquanto outros sugeriam sua morte em combate na linha de frente médica. O desfecho de sua vida permaneceu um mistério, deixando a memória de um amor que superou as barreiras entre espécies, forjado nos perigos de Tegon e eternizado nos anais da galáxia.
Linha do Tempo
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Ano 83 da UPC – Nascimento: Poull-Krass nasce na cidade coralina submersa de Aquerida, no planeta Dac (Mon Cala). Filho de Var Kankroo (veterano das Guerras Imperiais) e Rel-Mira Solketh (técnica de bioengenharia).
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Anos 83 a 96 da UPC – Crescimento e Primeiros Sinais Táticos: Desenvolve-se integrado à cultura Mon Calamari e sob forte influência dos avós. Mostra aptidão precoce para mediar conflitos (notadamente com jovens Quarren) e se destaca na natação competitiva regional.
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Ano 97 da UPC – Ingresso na Academia: É indicado e ingressa na Academia da Frota Branca da UPC. Sob a tutela de instrutores como Thel-Var Uneth e Lorae-Kess Minalth, consagra-se campeão de natação e desponta como um cadete de liderança silenciosa e exímia leitura tática.
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Ano 100 da UPC – Graduação: Gradua-se com honras máximas na Academia da Frota Branca.
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Ano 101 da UPC – Inicia sua trajetória em serviço ativo na frota como cadete a bordo da UPC Archenar.
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Ano 102 da UPC – É promovido a Alferes e transferido para a UPC Akbar, aprofundando-se na tradição naval de seu planeta natal.
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Ano 103 da UPC – Promovido a Sargento, assume funções na área de segurança da UPC Emreis. Atua no Incidente de Vek’thraal, neutralizando uma infiltração de dissidentes imperiais de forma preventiva e sem perdas civis. Em decorrência de seu sucesso, é promovido ao posto de Tenente.
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Ano 111 da UPC – É transferido e promovido para chefiar a segurança da UPC Zahl Vazir, sob o comando do Capitão Klaus Windrunner. Contém uma crise político-diplomática estrutural provocada por uma delegação do sistema capelino.
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Ano 113 da UPC – Como reflexo de sua competência e sob avaliação direta de Windrunner, ascende a Tenente-Comandante, consolidando-se como um oficial estratégico para a frota. A UPC Zahl Vazir adentra a perigosa Nebulosa do Pilar em busca da desaparecida UPC Horizonte. A missão estende-se por anos devido a anomalias eletromagnéticas e gravitacionais.
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Ano 125 da UPC - A UPC Zahl Vazir chega a Kantaryo guiados pelos poltergeins. Missão de quatro anos na Nebulosa do Pilar; resgate de Lartekistosky, contato com os Poltergeist, descoberta de Kantaryo, conspiração científica, confronto com Lanos Larita Lavolk e participação decisiva na sobrevivência da tripulação.
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Ano 129 da UPC – Com a transferência da sede da UPC para Vandar (Antares), Poull-Krass é designado como Primeiro Oficial da inovadora UPC Phibeas Hacor, sob o comando da Capitã Zeinep Sinan. Participa da missão diplomática em Eternia.
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Ano 132 da UPC – Lidera a missão de reconhecimento na superfície de Betelgeuse contra a exploração tecnobiológica dos Rubianos. Transforma a missão em sabotagem ao explodir reatores de processamento. Captura e interroga o dissidente rubiano Azzumus. Comando Interino e a Guerra da Caixa de Joias.
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Anos 133 a 135 da UPC – Conduz as delicadas negociações diplomáticas com Kipka Kemba e Nespedi Meru em Euterpe. Lança a nave em combate aberto para defender a colônia de Ilekeji contra a frota imperial rubiana e uma nova arma experimental baseada em espermacete. A campanha encerra-se oficialmente com a destruição de Kizzara e a rendição do planeta Rubi.
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Ano 134 da UPC - Promovido oficialmente a Capitão da UPC Phibeas Hacor.
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Ano 136 da UPC – Estabelecido em órbita de Ibitia sob ordens secretas do Almirante Ian Bradov, reorganiza a tripulação (incorporando Ninla Idem, Drum Gamah, entre outros) para caçar secretamente a sargento Misa Asia, possuída pelo espírito de Lanos Larita Lavolk. A Crise em Tegon (Inverno de 136 da UPC): Desembarca com uma equipe camuflada no planeta Tegon, fazendo contato com Brandon Stark em Winterfell. A Crise em Thundera (Fim do ano 136 da UPC): Rastreia a assinatura de Misa até o sistema Makhlab. Faz contato com o General Jaga de Thundera e viaja até o planeta natal dos thunderianos, apresentando-se ao Rei Claudus.
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Ano 137 da UPC – Após o colapso do núcleo planetário provocado pelo artefato de Ratilla, Poull-Krass coordena a evacuação em massa dos thunderianos por 10 dias. Na destruição do planeta, cumpre sua promessa ao Rei Claudus, colocando a UPC Phibeas Hacor sob fogo pesado de Plun-Daar para proteger o jovem Príncipe Lion-O. A Enfermidade e o Desfecho em Arda (Ano 137 da UPC): Gravemente avariada, a UPC Phibeas Hacor alia-se a Mamys Sillia Amantius, dissidente de Amateru. Siga em perseguição até o planeta Arda. Lidera a descida inicial. Poull-Krass sofre uma severa drenagem celular crônica provocada pela rejeição biológica do ecossistema mágico de Arda, manifestando envelhecimento precoce e debilidade crítica. É cuidado intensamente pela enfermeira-chefe Mystina Rhoades, iniciando com ela um profundo vínculo afetivo. O espírito de Lanos Larita Lavolk é definitivamente destruído na superfície de Arda. Poull-Krass autoriza secretamente a permanência de Micalateia, Beluar e Emica Ken no planeta, forjando suas mortes em relatórios oficiais.
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Ano 138 da UPC – Confinado a um traje biológico de suporte à vida (veste hidratante) desenvolvido por Drum e Mystina, Poull-Krass comanda a nave diretamente da enfermaria. Estabelece contato e aliança com Cap'Oni Hyw'Xqi'Awy da civilização Monsutã. Diante de um ataque surpresa do Dominium (liderado pela Almirante Éfira Sgéin), a UPC Phibeas Hacor resgata os sobreviventes monsutanos, assumindo os riscos de uma nova guerra regional.
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Ano 139 da UPC – A Batalha de Wandreva e a Invasão Coristiana: Estacionado na base de Wandreva sob os cuidados do Almirante Wort'Trei Peb'Jyt, testemunha a chegada dos Coristianos, vindos da galáxia de Cadeha. Os invasores atacam a estação por preconceito biológico. A UPC Regulus (Capitão Gatuuso Lonyr) sacrifica-se em uma manobra suicida, permitindo que Poull-Krass escape com os refugiados monsutanos. O governo monsutã fecha suas fronteiras e adota postura isolacionista.
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Ano 140 da UPC – Após 5 anos no Quadrante Épsilon, a UPC Phibeas Hacor regressa ao Quadrante Ômega. Poull-Krass é promovido ao posto de Comodoro e assume o comando da Frota Épsilon, sediada na Base Espacial Eternia. Oficializa seu casamento com Mystina Rhoades na cidade de Coral, em Dac, cercado por amigos e oficiais veteranos.
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Ano 141 da UPC – Recebe uma mensagem subespacial do Dr. Kay'Go alertando sobre a conquista sistemática dos Coristianos. Poull-Krass apresenta a ameaça à recém-eleita presidente Emulta Iuter, mas o governo decide não intervir. Descontentes, Poull e Stratovarus passam a mapear e preparar rotas secretas de apoio futuro aos Monsutã.
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Ano 143 da UPC – Em virtude de sua brilhante e consistente carreira de liderança e devoção institucional, Poull-Krass Var Kankroo é promovido ao posto máximo de Almirante da União dos Planetas Confederados, pela então presidente Adankaw Meru. Durante este período, ele atua nos bastidores políticos e militares da União para garantir que as frotas periféricas tivessem suprimentos e rotas de evacuação mapeadas, prevendo que o isolacionismo adotado pelo governo confederado cobraria um preço alto.
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Ano 160 da UPC – Diante do agravamento da crise e da confirmação da invasão extragaláctica dos Coristianos, Poull-Krass é nomeado ao cargo máximo de Almirante da Frota. Mobilização Histórica: Sob o seu comando supremo, a UPC inicia uma mobilização militar sem precedentes históricos. Ele coordena pessoalmente a unificação das forças confederadas espalhadas pelos quadrantes, organizando uma malha defensiva para tentar conter o avanço avassalador da tecnologia militar coristiana.
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Ano 164 da UPC – O conflito contra as forças invasoras atinge o seu ápice na violenta Batalha de Atik. A frota da UPC enfrenta o cerco pesado e destrutivo das naves inimigas. Coordenação da Retaguarda: Ao perceber a iminente quebra das linhas de defesa, Poull-Krass toma a decisão tática de permanecer na linha de frente com sua nau capitânia. Ele assume a responsabilidade de cobrir a retaguarda a borda da nave capitânea UPC Goodles, garantindo tempo crucial para a evacuação e o salto hiperespacial das tropas sobreviventes da União. Destruição em Combate: Mantendo sua postura de priorizar o dever e a vida de seus subordinados acima de si mesmo, a nave de Poull-Krass resiste até o limite de suas capacidades estruturais. Sob fogo massivo, a embarcação é destruída em combate, selando o fim trágico e heróico de sua longa e condecorada carreira dedicada à proteção da galáxia.
